20091111

Blackout in Brazil

10 States

800 Citys

60 Millions peoples in Brasil (Blackout)

And history the back in the past!! 1999, 2001, 2007 and 2009.
Now!, one question ? Until when the brazilians they will have blackout???

By Clayton Fernandes.

20091110

Livro revela dinheiro da CIA para FHC

A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

"Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

O comentário sobre o livro é do jornalista Sebastião Nery
da Tribuna da Imprensa, jornal do Rio de Janeiro.

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford
Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

Consideração By Clayton Fernandes:

A era Lula: Mesmo a publicação se atendo apenas na era FHC não é possível deixar de lado a continuidade do legado tucano pela equipe de governo do PT. O presidente Lula, com toda a sua proeficiência diplomática, com seu carisma de Chefe de Estado dominante, se prosta ao sistema criado e desenhado pela CIA nos idos dos anos cinquenta e sessenta do século passado. Haja vista o cenário econômico nacional. Bilhões de dólares sendo injetados na economia brasileira, desde meados dos anos 1990. Agora com o ápice da transformação do país em terra fértil para a prosperação do capitalismo americano, a própria ONU endossou em 2006-2007 a transferência de capital internacional para os cofres da nação brasileira, como um ato de não proliferação de lavanderia e ou ação intermitente de pedágio de juros em bolsa de valores e afins. O Brasil da era Lula recebe o "lucro" da era FHC em parceria com o cofre mundial de capital sem origem específica. By. Ton.

ONU cobra do Brasil meta para redução de carbono

A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou do Brasil uma meta clara de corte das emissões de gases do efeito estufa para que seja apresentada antes da conferência internacional do clima, marcada para dezembro, em Copenhague.
O governo brasileiro, porém sinalizou que pode não apresentar um “número factível” para a conferência e sim aguardar uma negociação com os grandes emissores. Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, que irá chefiar a delegação brasileira, quer que o Brasil declare objetivos, mas sem números ou compromisso com resultados. Fonte: Folha de São Paulo. By Ton.

20091106

Frascos da Vida?

Da mamadeira a bolsa... .
A "evolução" da vida humana apresentada sob a óptica líquida!
Vale a imagem para reflexão de um mundo engarrafado.

20091105

366 days after the presidential victory

That electing Barack Obama President was only the opportunity to bring about change; that we would all have to keep working to fulfill the promise our victory offered.
Making hundreds of thousands of calls to Congress to push health reform forward, by pouring your effort into seemingly insurmountable challenges time and again, and, since January, by building on the power of our campaign to create Organizing for America. President Obama just recorded a video for supporters like you; http://my.barackobama.com/Year
This communication is
The Organizing for America,
430 South Capitol Street SE,
Washington, D.C. 20003.
From
Mr. Clayton Fernandes,
Signatory Global Compact UN,
São Paulo, Brazil - Royal Business & Associados;

20091103

COP15 - Brasil tem consenso na redução de desmatamento!!

Brasil / COP15 - O governo brasileiro, a um mês da conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15) em Copenhage, tem apenas uma proposta consensual entre os ministros do presidente Lula, que é a redução de 80% do desmatamento da Amazônia até 2020.
Pelos cálculos do governo, com a redução do desmatamento da Amazônia, o Brasil deixaria de emitir cerca de 580 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. “É igual a todo o esforço americano se a lei deles passar no Senado”, comparou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
O controle do desmatamento nesse patamar seria suficiente para baixar os níveis de emissões nacionais em cerca de 20%. Para chegar ao número final, o governo vai calcular qual será a redução possível em outros setores. A soma das outras medidas deve ficar entre 17% e 20%. “Vamos tomar medidas nas áreas de energia, agropecuária, siderurgia e desmatamento em outros biomas”, listou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. “Com a soma de esforços vamos chegar a um número significativo. O Brasil está disposto ao maior esforço possível para que a reunião de Copenhague seja bem sucedida”, acrescentou.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, não descarta o número proposto por sua pasta, de redução de 40% das emissões até 2020, considerando crescimento econômico de 4% ao ano. “Nada está descartado nem definido.”
Parte das ações de mitigação do governo brasileiro vão depender de recursos internacionais, alguns setores menos, como a agricultura, e outros mais, como o combate ao desmatamento da Amazônia. O financiamento é justamente um dos pontos que anda travando a negociação do novo acordo climático global.
De acordo com o ministro Celso Amorim, o Banco Mundial estima que sejam necessários pelo menos US$ 400 bilhões por ano para que os países em desenvolvimento enfrentem as mudanças climáticas. Até agora, a única proposta na mesa, da União Europeia, fala em recursos na ordem de US$ 140 bilhões. Fonte: Agência Brasil. Edição by. Clayton Fernandes.

20091026

Brazil Summit - Novas oportunidades em tempos de crise!

O Mix Ideias participou da cimeira Brasil 2009, realizada em São Paulo pela Revista The Economist; Brazil Summit - Today's crisis, tomorrow's opportunity? faz parte da Economist Conferences - Open. Objective. Independent.; um encontro internacional de políticos, empresários, educadores, pensadores e editores internacionais, convidados pela Economist Intelligence Unit.

A reunião registrada por Clayton Fernandes, contou com a presença de Eduardo Gianneti da Fonseca, Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, da Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, dos presidentes da GE, Shell, Itaú, Santander, Intel, Fiat América Latina, BNDES, Fundação Dom Cabral, Azul Linhas Aéreas Brasileiras, além de diretores do Banco Mundial, Civic Republican Foundation, IFC, ABDI, Wipro Technologies, BTG, The Economist Group.

O ex-presidente da Colômbia, César Gaviria, disse em debate que o Brasil como um país em situação de negociador internacional em relação a políticas de desenvolvimento, "atua mais no discurso do que na prática. Brazil is belong form politics at Latin America, is it potential development for education and economics. But is see from Mexico at is one step for rings in America". Segundo Gaviria, um dia o Brasil abre suas portas para Zelaya em Honduras, caso da recepção do presidente de Honduras na embaixada do Brasil. Outro dia apóia o presidente Chaves e tem a Colômbia como aliada na região. Mas no dia seguinte, o Brasil volta a se aproximar dos Estados Unidos e consequentemente "se perde com políticas de alianças em relação aos vizinhos latinos".

A imagem do presidente Lula é dúbia para os líderes latinos, ora está com os hermanos e ora com os americanos.
Para Eduardo Gianneti da Fonseca (INSPER) há quatro pontos básicos de atenção para que o Brasil se configure como líder internacional;

01 - Meio Ambiente: 50% das Florestas do Mundo se encontram na América do Sul, Para a COP15 é necessário de que haja uma decisão conjunta dos países regionais latinos, pois a região tem um papel central na formulação de propostas em comum para a América Latina. E o Brasil pode ser o porta voz dos países vizinhos se buscar ouvir os mesmos;
02 - Comércio: Manter uma postura efetiva junto a OMC - Organização Mundial de Comércio;
03 - Infraestrutura: Energia e Transporte, não parar com os investimentos nessas áreas;
04 - Cultura: Precisa conhecer melhor a cultura regional. Os países da América Latina olham mais para os Estados Unidos e para a Europa do que para a sua própria cutlura local.

O presidente e fundador da cia aérea Azul Linhas Aéreas Brasileiras, David Neeleman, em entrevista a Justine Thody, disse que congratula a Petrobrás por sua ação empresarial internacional e por investir na economia nacional em todas as áreas. Neeleman comparou a gestão dos aeroportos brasileiros com os do Canadá e EUA, e conclui que a questão de infraestrutura do Brasil está mudando com a inovação e reformas de terminais e abertura de novas rotas nacionas pela Infraero, levando a possibilidade de atendimento a diversas localidades domésticas.

Segundo Xing Bing, da Cheung Kong Escola de Negócios de Pós-Graduação, o crescimento de negócios na China se deram nos setores de Telecomunicações e Financial Services.

No Brasil o diretor de marketing da empresa Marcopolo, diz que o fator de logística interna é extremamente relevante para o desenvolvimento de novos mercados no interior do país, uma vez que a exportação de produtos necessita de escoamento em vias com condições de fluxo intenso e rápido.

Como líder o Brasil deve procurar consenso em identificar interesses comuns. Falta ações de unicidade entre os países latinos americanos, desde 1958 com o governo JK que não se discute causas políticas em comum para a região da América do Sul. Mesmo com existência da UNASUL e do Mercosul o governo brasileiro se porta com uma política externa ambígua. Veja a relação do Itamaraty com os EUA e o Irã.

Na questão ambiental e aquecimento global, o Brasil tem enorme força na comunidade internacional, fazendo parte do G20 e do Conselho de Segurança da ONU. O governo do presidente Lula deveria representar em COP15 o pensamento da região, para tanto, necessita ouvir o que os vizinhos detentores de florestas teem a dizer.

Para a gestão do presidente dos EUA, Barack Obama, os países latinos americanos poderiam estar unidos em um bem comum. Na visão da Casa Branca, crises como a de Honduras, denotam ainda um clima de instabilidade e coesão de objetivos. Obama vê que México e Brasil estão se tornando expoentes mediadores de novas crises. No mais, a Casa Branca não tem uma posição oficial e aberta em relação ao pensamento do presidente americano.

A verdadeira liderança do Brasil em relação a América Latina é a sua "independência" financeira, ou sejas, interdependência financeira, comercial, ambiental e de saúde pública. Até aqui, ser e ter um bloco coeso está distante para os países latinos.

É hora do Brasil deixar de ser um centro-esquerdista e se posicionar a que veio ao século XXI, atuar com política democrática e comercial livre. Agir ao lado de México, Chile e Peru. Não se intimidar pelas ações bolivarianas da Venezuela, Bolívia, Argentina e agora com a aproximação da Colômbia ao Estados Unidos. Texto by Clayton Fernandes.

20091014

A aplicabilidade da Lei Maria da Penha está em voga!

O Mix Ideias, através do seu comandante e consultor empresarial signatário do Pacto Global das Nações Unidas (ONU) - Clayton Fernandes, reconhece que a Lei Maria da Penha - Lei 11.340/2006 - representa um avanço no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, fruto de uma conquista da ação do movimento de mulheres há décadas, principalmente quando determina que a política pública para essa questão deve fazer-se por meio de um conjunto articulado de ações da União, Estados e Municípios e de ações não-governamentais, com a integração operacional do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública com as áreas de segurança pública, assistência social, saúde, educação, trabalho e habitação, a fim de garantir proteção integral à mulher. Texto coredigido by Clayton Fernandes, de Carta Pró-Lei Maria da Penha registrada na sede da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo. O debate nacional relatou a violência contra a mulher (Lei Maria da Penha). O evento foi promovido pela ESMP- Escola Superior do Ministério Público, e realizado pelos promotores de justiça das áreas cível e criminal. Coordenação: IURICA TANIO OKUMURA - Coordenadora do Caex-Crim; JOÃO FRANCISCO MOREIRA VIEGAS - Coordenador do CAO Cidadania; NELSON GONZAGA DE OLIVEIRA - Diretor da ESMP; VANIA MARIA RUFFINI PENTEADO BALERA - Coordenadora do CAO Cível.

COP15 - Brasil já tem plano para um novo acordo climático

O Brasil irá propor a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, marcada para dezembro próximo a se realizar na Dinamarca - COP15, um plano que prevê que o desmatamento seja reduzido em 80%, o que vai permitir que 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixem de ser emitidas até 2020.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre o assunto em seu programa de rádio, Café com o Presidente. Segundo o presidente a ideia é fazer com que outros países também participem da construção da proposta. “Queremos construí-la junto com outros países. Nós queremos ver o que que é possível tirar em Copenhague, como proposta, sobretudo, do mundo desenvolvido, para que eles assumam compromissos, não apenas para diminuir as emissões, mas para que possam pagar pelo estrago que já fizeram ao planeta”, disse.

Dezembro de 2009, na cidade de Copenhague, Dinamarca, os 192 países-membros da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas terão que definir um novo acordo climático para regular as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando expira o primeiro período de compromisso do Protocolo de Quioto.

O presidente Lula coloca que proposta internacional da COP15 a ser construída deverá medir o quanto cada país emite de gás, o quanto emitiu ao longo da sua história, e o quanto está contribuindo para reduzir as emissões. “Porque aí você vai responsabilizar cada país pelo estrago que ele fez e acabar com essa discussão genérica, em que todo mundo quer ser tratado em igualdade de condições. Nós queremos que os outros países assumam a responsabilidade. Se eles estão emitindo muito gás de efeito estufa, terão de diminuir. Significa diminuir o padrão de consumo ou mexer em alguma coisa da produção. Se eles não quiserem fazer isso, vão ter que reflorestar o seu país. Se eles não quiserem fazer isso, vão ter que pagar para os países que têm matas, que têm florestas ainda, preservar e ter uma compensação financeira por isso”, conclui o presidente. Fonte: Agência Brasil. By Ton.

20091009

O cinema nacional registra a vida laboral do presidente Lula

O filme "Lula, o Filho do Brasil", com Rui Ricardo Diaz, Glória Pires, Cleo Pires, Juliana Baroni e Milhem Cortaz, chega as telas dos cinemas com a odisséia de se tornar um marco de pesquisa histórica para estudantes e referência para inúmeras teses de auto estima de palestrantes corporativos. O registro "salve" da vida do operário que virou presidente é digno de reportagem internacional, uma vez que a figura do presidente Lula está em evidência no cenário mundial, até mesmo as personagens animadas da série South Park reportaram a imagem do presidente do Brasil L.I. Lula da Silva em um de seus episódios. Agora é a vez do cinema nacional mostrar para o Brasil e o mundo, com a direção de Fábio Barreto, a história e vida do presidente Lula. Click no Titulo desta matéria e assista ao trailler do Filme. Fonte: Downtown Filmes, © 2009. By. Clayton Fernandes.

20091006

A realidade pós festança!!!

The Day After- Encarar a realidade após a festança é um ato de difícil aceite, haja vista que tal comemoração nacional em torno das Olimpíadas no Rio deve trazer uma pujança bilionária entre a economia local. No entanto, muitas instituições brasileiras precisam ser reinventadas para encarar o desafio de planejar e realizar com um mínimo de eficiência e transparência o maior evento esportivo do planeta, apenas dois anos após ter que sediar a Copa do Mundo de Futebol.

Repórteres se concentraram em destrinchar os problemas que costumam transformar o Rio de Janeiro de “cidade maravilhosa” em túmulo da civilização. E dá-lhe infográfico sobre obras de instalações esportivas e infra-estrutura de hotelaria e transporte! No meio de tudo, algum espaço para o ponto central: como resgatar para o controle público as vastas áreas da cidade sob domínio dos bandos criminosos?

A imprensa destaca o fato de que o Brasil aparece no novo relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU como tendo apresentado melhora nos seus indicadores, apesar de ser registrado como 75º colocado, perdendo cinco posições em relação a última pesquisa, Vale notar que esse relatório divulgado agora pela ONU é de 2007. Mas ainda somos uma das dez nações com as maiores desigualdades sociais do mundo.

A ação necessária para realizar as Olimpíadas pode produzir uma transformação radical no Rio de Janeiro, no entanto, há pela frente um Brasil inteiro a ser construído e inovado. Fonte: Observatório da Imprensa. By Ton.

20091005

Rio de Janeiro 2016 - Registra a configuração de um novo Brasil !!

O Brasil mergulha de cabeça em uma nova era geopolítica, nadando de braçada como um atleta de ala performance no quesito democracia e economia em crescimento pleno. Com esse atual perfil a nação toda conquista respeito no cenário mundial com a escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016. A vitória brasileira é a vitória de todo o continente sul americano.
Pela primeira vez na história dos jogos olímpicos, o Comitê Olímpico Internacional (COI) escolheu uma cidade da América do Sul para abrigar o maior evento esportivo do mundo. O anúncio foi feito na última sexta-feira pelo presidente do COI, Jacques Rogge, em Copenhague, na Dinamarca.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de estado, além do governador e do prefeito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Eduardo Paes, respectivamente, defenderam a candidatura brasileira. “Depois que a gente passa por muita coisa, pensa que não vai mais ficar emocionado. Mas hoje foi um dia sagrado para mim. Se eu morresse agora, já teria valido a pena viver”, afirmou o presidente, que se empenhou pessoalmente para que o país alcançasse o êxito.
Na reta final da disputa, o Rio concorreu com Madri (Espanha). Chicago (Estados Unidos) e Tóquio (Japão) foram as primeiras cidades eliminadas. Nem mesmo com a presença do presidente americano Barack Obama, sua esposa Michele e a apresentadora Oprah, além de o Rei da Espanha e o primeiro Ministro do Japão, o Rio de Janeiro de L.I. Lula da Silva se viu em situação de risco pela perda da vaga para os Jogos de 2016. “Estamos entre as demais maiores economias do mundo”, afirmou Lula que goza de 100% de prestígio internacional.
A escolha do Rio é também o reconhecimento do inquestionável momento do país, em que prevalece a estabilidade democrática, política e econômica.

Desenvolvimento com Sustentabilidade pode construir uma nova cidade:

A realização dos Jogos representa um legado de desenvolvimento para a cidade e para o Brasil, com a transformação social, esportiva e econômica no Rio e a consequente geração de impactos positivos em todo o país. As obras de infraestrutura essenciais ao sucesso do evento já constam de planos de ação para o Rio e o Brasil. Estudos indicam que os jogos vão impactar R$ 90 bilhões na economia brasileira.
Os investimentos podem criar, a partir deste ano até 2016, mais de 120 mil empregos diretos e indiretos ao ano e cerca de 130 mil, entre 2017 e 2027, ao ano. E 97% da aplicação dos recursos para os jogos vão retornar aos cofres públicos por meio da arrecadação de impostos. Fonte: Secom. By Ton.

20091001

Matas, bichos e milhões de pessoas na Amazônia do Brasil

Amazônia, o maior e mais rico bioma do planeta é também habitada por gente! Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população urbana da Amazônia praticamente triplicou entre as décadas de 1980 e 2000. Em 1980, 4,7 milhões de pessoas estavam nas cidades, e esse número passou para 13,7 milhões no ano 2000 - data do último Censo Populacional. As informações mais recentes mostram que a população total da Amazônia Legal é de 24,7 milhões de habitantes, na estimativa de 2009.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mostra que na Amazônia Legal existem cerca de 5,1 milhões de pessoas que não nasceram no mesmo Estado em que vivem, ou seja, migraram, ou seja, cerca de 20% da população que vive hoje na região é formada por migrantes.
Para professor do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea) da Universidade Federal do Pará (UFPA) Luis Aragón, o êxodo rural continua. “Hoje, existe intensa mobilidade interna na Amazônia brasileira. Está ocorrendo um processo forte de urbanização na região, com cidades com mais de um milhão de habitantes, como Manaus e Belém”, afirma Aragón. A expectativa é que obras de grande porte que estão sendo financiadas pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal estimulem ainda mais a migração para a região. Fonte: Amazônia.org. By Ton.

20090930

Brazil on the International Stage

In the past several years, Brazil has assumed a more prominent voice on global trade and energy issues. As the global financial crisis took hold in 2008, Brazil appeared poised to recover more quickly than many others due to strong industrial and agricultural exports. Brazil's economic rise has led it to pursue greater influence in international forums at the same time that it fosters cooperation among countries in the developing world with "south-south" initiatives. Analysts say that the United States stands to benefit from a stronger Brazil that serves as a partner on energy and regional security initiatives. Source: CFR. By Clayton Fernandes, São Paulo, Brazil.

20090929

O Mapa Mundi após Lula a lá Obama!!!

Honduras a pedra no sapato da democracia? Segundo o mestre e doutor em direito pela USP - Universidade de São Paulo, Lionel Zaclis, o fato de em Honduras a deposição do presidente não ser feita por meio de impeachment, tal como no Brasil ou nos EUA, em nada altera a questão, porquanto a questão relevante consiste em verificar se o processo constitucionalmente previsto para tal fim em cada país foi respeitado, até porque cabe a cada país escolher, para o fim de que se trata, a sistemática e o conjunto de normas que melhor se adapte às suas características político-jurídicas.

A implantação de escritório político e estadia do presidente deposto de Honduras na embaixada do Brasil se configura nos bastidores de Brasília e Washington como o movimento Zelaya, que na verdade é um fruto de um acordo "confidencial" entre Brasil e Estados Unidos em sintonia com os principais discursos de política exterior pronunciados por Obama desde que chegou à Casa Branca. Tanto na cúpula do G20 em Londres como na cúpula da OTAN em Estrasburgo, o presidente norte-americano disse que seu país perdeu influência e já não pode ser a polícia do mundo, razão pela qual a nova política de segurança internacional consiste em forjar alianças estratégicas com potências afins nas diversas regiões do mundo.

Mas a aliança estratégica Estados Unidos-Brasil não começou com Honduras, nem com Obama. Segundo documentos recentemente desclassificados, já na década de 70 Kissinger pedia que Nixon apoiasse a ditadura brasileira para que coordenasse a luta antiguerrilha em toda a região. E foi Lula quem consolou George W. Bush em sua terra depois da surra que este recebeu na cúpula de Mar del Plata em 2005. E foi Lula quem, dois anos mais tarde, voltou a receber Bush para chegar a um acordo sobre uma partilha do incipiente mercado mundial de biocombustíveis.
O que ninguém discute é que o Brasil deu um passo importante nesta semana para reafirmar seu papel de potência emergente e líder regional. “Isso é o Brasil potência, o Brasil interlocutor mundial, o Brasil marcando um papel predominante que consolida sua esfera de influência na América Latina”, diz exaltada a fonte diplomática com sede em Washington.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas assumiu o assunto a pedido de Lula e intimou os golpistas a cessar as agressões contra a embaixada brasileira. O dado não é menor. “Ao entrar no Conselho de Segurança, o assunto entrou na habitação do capítulo sétimo”, exemplificou a fonte diplomática, fazendo referência à cláusula que habilita uma intervenção militar sob a proteção da ONU, que só pode ser invocada por um acordo do Conselho.

Para a fonte veterana diplomática residente em Washington, isso significa passar da tentativa de convencer os golpistas invocando princípios democráticos, à ameaça lisa e plana de uma invasão. Fidel Castro entendeu isso mais rápido do que ninguém e, um dia antes da resolução do Conselho, disparou um editorial no jornal Cubadebate argumentando contra a solução militar.

Conclusão do caso Embaixada do Brasil em Honduras:

Não parece provável que o movimento brasileiro (de recepeção de Zelaya em sua embaixada) seja uma resposta política à instalação de bases norte-americanas na Colômbia ou o tão mencionado relançamento da Quarta Frota da Armada norte-americana,´- mencionada aqui no Mix Ideias, em relação a patrulhas americanas em volta das plataformas de petróleo da Petrobrás -. Os EUA tinham conhecimento prévio e haviam aprovado o movimento brasileiro, confirmam fontes diplomáticas de Washington.

Ambos os países coordenaram seus movimentos ao longo de toda a crise, e essa coordenação tornou-se ainda mais evidente desde a volta de Zelaya.

Washington foi um dos primeiros governos a exigir respeito pelo santuário diplomático brasileiro. Além disso, a embaixada norte-americana foi a primeira a mandar suprimentos quando os golpistas cortaram a água e a luz do refúgio do presidente derrubado, informa uma fonte hondurenha instalada na embaixada brasileira.

Além disso, para não deixar dúvidas, o chanceler brasileiro Celso Amorim apurou-se em esclarecer que o Brasil não assumiria um papel de mediador no conflito, mas que esse papel ficaria nas mãos do delegado dos EUA, Oscar Arias, presidente da Costa Rica. Também estão em negociação o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza; o embaixador norte-americano em Tegucigalpa, Hugo Llorens, e ultimamente somaram-se à mesa representantes do Centro Carter, a ONG liderada pelo ubíquo ex-presidente norte-americano. Todos eles têm linha direta com o Departamento de Estado Americano.

A Mídia do Brasil:

A mídia brasileira insiste em não mostrar a verdade dos fatos que envolvem a articulação de Brasília no caso de Zelaya, visando a campanha política de 2010, uma vez que o tal articulador sugerido por Obama em relação ao campo de Honduras é sim o nome do presidente do Brasil, ou seja, Lula foi acionado para fazer parte de uma questão internacional com requintes de polícia e força política. Resta aguardar os resultados de tal ação da extrema direita do partido democrata americano.

O presidente Barack Obama não elogia ninguém, apenas pelo mérito de elogio. Agora é sabido, porque Lula é o cara na visão da gestão Obama? Para articular e "policiar", mesmo que politicamente os hermanos da América Latina já que os americanos no passado tiveram ações desastrosas com os mesmos. Desde a segunda guerra e pré-comunismo em Cuba a América Latina é desprezada pelos Estados Unidos.

Continuam abertos os argumentos de Washington em relação a sintonia com Brasília:

Os argumentos aqui reproduzidos por fontes diplomáticas e jornalísticas não podem ser considerados plenos de verdade, pois a presença de forças militares do Pentágono na América do Sul é mais do que notório, ainda mais com a ascenção Bolivariana do presidente Hugo Chaves da Venezuela sobre os hermanos vizinhos.

A Bolívia e Equador já criaram atritos diplomáticos e comerciais com o Brasil em resposta a tese de Hugo Chavez, para que na região haja o fortalecimento dos chacos e do socialismo. Mesmo o presidente Lula, com todo o seu prestígio nacional e internacional, ainda continua em cima do muro em relação a política externa na região.

É preciso ter cautela com a afirmação de que Washington apóia a manutenção de Zelaya em Honduras, uma vez que a última declaração do embaixador norte americano na OEA figurou em alta voz que Washington considera a atitude do governo do Brasil de irresponsável em abrir as portas de sua embaixada para o então presidente de Honduras.

É o chamado jogo de empurra e empurra, já que as proporções da conclusão desse caso se delongou e não tem prazo para acabar. Espera-se que a democracia e a sociedade sejam os vencedores em Honduras e na América Latina.

O Brasil tem de ficar atento para com as movimentações políticas e militares dos Estados Unidos, ninguém merece perder suas reservas naturais em tempos de uma sociedade pró-ativa a questões ambientais que visem lucro e sustentabilidade, olho na Amazônia Verde e a Amazônia Azul.

As ações de demonstração de poder militar da Marinha de Guerra da Inglaterra contra um barco de traficantes em águas próximas ao continente sul americano, mostram que as super potencias estão em retaguarda e atentas com o que vem acontecendo na nova linha geográfica do mundo.

Hugo Chavez recebe e mantem parceria bélica com os russos e a Colômbia de Alavro Uribe recebe sete bases militares americanas na Amazônia colombiana. Agora a Quarta Frota da Marinha de Guerra dos EUA é reativada e direcionada a patrulhar a região do pré-sal descoberta pela Petrobrás.

Que o Brasil não se desligue e se faça de infantil no meio da diplomacia e no campo da política internacional. É IMPORTANTE continuar pleiteando de forma efetiva e real a sua cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, com apoio da França e demais países amigos, e tomando atitude de respeito em relação ao Império ou Polícia do Mundo, mesmo tendo o seu "xerife" ou "imperador" Obama se fazendo de boa praça.

A história nos conta a que os americanos atuam como Lobos travestidos de Cordeiros! A bomba atômica é o extâse de tal afirmação? Fica a questão latino americana em aberto para reflexão da Casa Civil do Brasil e para o Itamaraty em posições políticas em conjunto com qualquer que seja a potência mundial. O governo Lula não pode em hipótese alguma se posicionar em cima do muro, assim como o fez Getúlio Vargas no período da Segunda Guerra, para com as relações políticas de estado a nível internacional, ou você está com, ou apóia, A ou B, seja democrata, socialista, oriental ou ocidental. Fontes: Departamento de Estado E.U., IHU, Mercado Ético, Mix Ideias - comentários finais (Conclusão em diante), By Clayton Fernandes, signatário da ONU, consultor e jornalista focado em responsabilidade social.

20090928

O novo Brasil de Lula divide posições na Casa Branca de Obama!

(This is Report at version in English and Portuguese, by Ton.
Source The Independent, London - England at
Mix Ideias, São Paulo - Brazil)
O Brasil do século XXI, sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está em evidência no mundo todo como uma nação influente na política e na economia mundial. Haja vista que a situação de Honduras (estado de sítio para a Embaixada Brasileira) pós abrigo ao ex-presidente Zelaya está gerando uma certa 'crise' entre a cúpula diretista da Casa Branca.

A secretária de estado Hillary Clinton (extrema direita democrática apoiada no Brasil pelo PSDB e aliados) apoia a governança do atual presidente de Honduras Michletti, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, menciona apoio a Lula e concomitantemente a manutenção da democracia através do voto em Honduras e não via "Golpe Constitucional".

Nunca se viu, tempos atrás, um líder como Lula. Só os brasileiros (elite) que ainda não conseguem enxegar o tamanho de sua influência entre as nações do mundo. Infelizmente em Brasília há muito 'Cacique' para uma única 'Oca' (Palácio do Planalto).

O presidente Lula precisa atentar-se para com as ações de seus diplomatas e especificamente para com o Ministério da Defesa, antes ter na mão uma andorinha segura do que não ter nenhuma. A embaixada brasileira em Honduras está "descoberta" de proteção militar do Brasil. Espera que o governo de Lula (Jobim) tome uma atitude de prevenção emergencial, para que nã0 se obtenha resultados trágicos já ocorridos em São Paulo, por ações desastrosas da polícia em salvamento de reféns como ocorreu no caso da menina Eloá em Santo André, e agora com a explosão de uma loja de fogos e artíficios na mesma cidade,. por pura falta de prevenção e atenção das autoridades "competentes".

Brasil mostre que és de fato um gigante, não só pela própria natureza, mas sim pela liderança que deve assumir daqui por diante!!!

Os gringos do outro lado do Atlântico estão atentos as ações do presidente Lula, e o Brasil está? A tv Globo, a revista VEJA, e os principais jornais do país estão agindo como os veículos de extrema direita dos EUA. Nada se fala na íntegra, quando o assunto é Lula. Tudo editado em frações de textos.

Você leitor do Mix Ideias, já leu no G1, no Globo, na Veja, ou mesmo assistiu no JN o discurso do presidente realizado na convenção da ONU semana passada? Lá nos EUA a CNN, Fox, The New York Times, relataram o discurso do Obama em Ipsis Litteris, por isso é de se tirar o chapéu aos pombos de Washington. Aqui a oposição direitista mal sabe fazer oposição. Só sabem garantir cadeiras e mais cadeiras nas estatais do povo brasileiro. Vejam abaixo o texto publicado pelo The Independent da Inglaterra.

A ascensão do Brasil: Mais rápido, mais forte, mais alto
Sediar as Olimpíadas de 2016 seria a cobertura no bolo da nação sul americana, que finalmente está preenchendo seu potencial

por Hugh O'Shaughnessy,
The Independent

Deus pode não ser brasileiro, como muitos dos moradores do Rio de Janeiro orgulhosamente garantem, mas o Todo Poderoso parece mexer as suas asas influentes na direção da Cidade Maravilhosa, a Marvellous City do Atlântico Sul, no momento em que a cidade joga tudo para sediar as Olimpíadas de 2016. Suas três rivais, Tóquio, Madrid e Chicago, parecem perder força enquanto chega O Dia.

No dia 2 de outubro a cidade vencedora será anunciada em Copenhague, assistida por um bilhão de telespectadores em todo o mundo. Na terça-feira, em Brasília, senadores aprovaram legislação para garantir tudo o que se requer para uma proposta vencedora -- de financiamento a regulamentos para evitar que donos de hotéis cobrem acima do preço pelas diárias.

O New York Times parece ter desistido da Cidade da Ventania [Chicago] às margens do Lago Superior, sugerindo que o presidente brasileiro, Luís Inácio da Silva, que todos chamam de Lula, tinha o trabalho mais fácil do mundo para garantir o prêmio.

Lula, o ex-metalúrgico e líder sindicalista que anos atrás perdeu um dedo em uma prensa hidráulica, confessou que tinha a vantagem. Ele será acompanhado em Copenhague pela sua esposa, Marisa, enquanto Michelle Obama estará lá sem o marido. "Será dois contra um", disse Lula com prazer disfarçado.

A votação do próximo mês poderia ser um marco na jornada do Brasil para deixar de ser o eterno país do futuro -- para o qual o futuro nunca chega -- e para se tornar um indisputável poder mundial, com uma presença permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e o dinheiro para alimentar, educar e cuidar de sua população de quase 200 milhões.

Lula, que quando criança suplementava o orçamento da mãe vendendo amendoim em torno do porto de Santos, aproveita de sua nova eminência, de sua liberdade para culpar a atual crise financeira "nos banqueiros de olhos azuis" e do respeito adquirido.

O pânico dos banqueiros e o alarme da mídia na City de Londres e em Wall Street nos meses que antecederam sua maciça vitória eleitoral em 2002 são coisas do passado. Hoje o Brasil é um dos BRICs, junto com a Rússia, a Índia e a China e é admirado por banqueiros e economistas.

E não apenas o presidente Obama o chama o líder mais popular do mundo mas, depois de um período em que a corrupção governamental parecia a caminho de derrubá-lo, Lula tem uma taxa de aprovação com os eleitores de cerca de 80%.Não mais um caso clássico de país em luta contra a hiperinflação, o Brasil olha adiante para um tsunami de riquezas que vai tomar conta da Petrobras, a altamente bem sucedida empresa de petróleo controlada publicamente, que atingirá produção total nos enormes campos de águas profundas.

Lula faz planos para usar esse novo dinheiro para corrigir abusos que resultaram do golpe militar de 1964, apoiado pelo Ocidente, e dos anos subsequentes de repressão selvagem e tortura, que derrubaram os padrões de vida do próprio Lula e de outros milhões de pobres brasileiros.

O Brasil também é um grande exportador de comida -- o que é confortável num momento em que a fome cerca vários lugares.As últimas semanas demonstraram que Lula está sacando da riqueza futura para ter mais influência internacional hoje.

O primeiro chefe de estado a falar no debate da Assembléia Geral das Nações Unidas na quarta-feira passada, ele entrou na frente do discurso de 90 minutos do coronel Gaddafi, que chateou todos os presentes. Lula aproveitou a oportunidade para atacar as idéias dos poderes ocidentais durante a crise financeira internacional. "O que desabou foram conceitos sociais, políticos e econômicos aceitos como inquestionáveis", ele disse, num forte golpe a políticos e banqueiros que se opunham à regulamentação governamental.

Os esforços de Lula ajudaram a esmagar o Grupo dos Oito dos países ricos, que será substituído pelo Grupo dos 20, que inclui países em desenvolvimento que se encontraram na quinta-feira em Pittsburgh para reformar as finanças mundiais.

Na Assembléia Geral Lula também pediu ação contra o golpe em Honduras, onde a embaixada brasileira dá abrigo a Manuel Zelaya, o presidente legítimo derrubado em 28 de junho por um impostor com apoio militar. Lula está pedindo ao Conselho de Segurança ação contra o crescentemente bárbaro novo regime, com ameaça do emprego de toda a força da lei internacional, particularmente se o regime continuar a deixar diplomatas brasileiros e seus hóspedes sem energia, água e comida.

A ação brasileira, apoiada de perto pelo governo venezuelano, pegou Washington de surpresa, expondo uma divisão clara entre Obama, que quer ação decidida para restaurar Zelaya, e uma vacilante Hillary Clinton, cujos assessores direitistas tem outras ideias.

Lula é, também, um dos líderes do bloco da União Sul-Americana de Nações. A Unasul resiste à militarização da América do Sul que muitos acreditam que vai acontecer se a Colômbia, um aliado próximo dos Estados Unidos, permitir que o Pentágono estabeleça sete novas bases em suas terras; elas permitiriam que os Estados Unidos despachassem caças para qualquer parte do continente com exceção da Patagônia. Como precaução, Lula está comprando armas da França e da Rússia.

Em suas tentativas de acelerar a unidade latino-americana, Lula tem corrido riscos políticos em casa, enfrentando empresas de energia elétrica poderosas. Para cimentar as relações com seu vizinho pobre, o Paraguai, Lula prometeu um novo acordo para o uso da energia da gigantesca hidrelétrica de Itaipu, que supostamente deveria ser usada igualmente pelos dois países mas que de fato vai quase toda para o Brasil.

Ainda assim, se o Rio vencer na sexta-feira, Lula voltará à tarefa de dar esperança aos despossuídos da cidade -- para garantir que as primeiras Olimpíadas na América do Sul ocorram pacificamente. Text report by Journal The Independent. London, England. Comentários por Clayton Fernandes, BY Mix Ideias, São Paulo, Brasil.


The rise and rise of Brazil: Faster, stronger, higher
Hosting the 2016 Olympics would be the icing on the cake for the South American nation that is finally fulfilling its potential.

Hugh O'Shaughnessy
The Independent

God may not be Brazilian, as many of the inhabitants of Rio de Janeiro proudly boast, but The Almighty seems to be swinging His or Her not inconsiderable influence towards the Cidade Maravilhosa, the Marvellous City on the South Atlantic ocean, as it pitches strongly for the chance of staging the 2016 Olympic Games. Its three rivals, Tokyo, Madrid and Chicago, seem to be fading as they turn into the home straight towards O Day in five days' time. On 2 October the victorious city should be announced in Copenhagen, watched by a billion television viewers from across the world.

On Tuesday, in Brasilia, senators moved to approve the legislation needed to guarantee everything required for a successful bid – from funding to regulations to stop hoteliers overcharging for rooms. On Wednesday, The New York Times appeared to give up on the Windy City on the chilly shores of Lake Superior, hinting that the Brazilian president, Luis Inácio da Silva, whom everyone calls Lula ("The Squid"), had the easiest job in the world to land the prize. Lula, the former metalworker and trade union leader who years ago lost a finger in a hydraulic press, himself confessed he had the advantage. He will be accompanied to Copenhagen by his wife, Marisa, while Michelle Obama will be there without her husband. "So it'll be two to one," he pointed out with quiet delight.

Next month's vote could be a milestone on Brazil's journey away from being the eternal country of the future – and the one for which the future never comes – towards becoming an undisputed world power, with a permanent presence on the UN Security Council and the cash to feed, educate and care for its population of nearly 200 million.


Lula, who as a child supplemented his mother's budget by selling peanuts around the docks of Santos, is revelling is his new eminence, his freedom to blame the current world financial crisis on "blue-eyed bankers" and to command respect. Bankers' panic and media alarm in the City of London and Wall Street in the months before his first massive electoral victory of 2002 are things of the past. Today Brazil is one of the so-called "BRICs", along with Russia, India and China, and admired by bankers and economists. And not only does President Obama call him the world's most popular leader but, after a period when government corruption looked as though it might topple him, Lula's approval rating with voters is now around 80 per cent.

No longer a financial basket case struggling with hyperinflation, Brazil is looking forward to the tsunami of riches that will engulf it when Petrobras, the highly successful publicly controlled oil company, gets full production from the enormous new oilfields deep under Brazilian seas. Lula is making plans to use the new money to correct the abuses that stemmed from the Western-supported military coup of 1964, and the subsequent years of savage repression and torture, which ground down his own living standards and those of millions of other poor Brazilians. Brazil is also a massive food exporter – comforting when famine stalks many other places.

The past few weeks have demonstrated that Lula is drawing on tomorrow's wealth as the lever for international influence today. The first head of state to talk in the debate in the UN General Assembly on Wednesday, he got in before Colonel Gaddafi's 90-minute philippic which inconvenienced everyone else. He took the opportunity to lambast the ideas of the Western powers during the financial crisis. "What fell to the ground was the social, political and economic concept accepted as unquestionable," he said in a sharp dig at politicians and bankers opposed to government regulation of the markets. Lula's efforts have helped to crush the Group of Eight rich countries, replacing it with the Group of 20, which includes developing countries and which met in Pittsburgh on Thursday to start reforming the world's finances.

At the General Assembly he also demanded an immediate end to the coup d'état in Honduras, where the Brazilian embassy is sheltering Manuel Zelaya, the legitimate president overthrown on 28 June by an impostor with military support. Lula is calling for Security Council action against the increasingly barbaric new regime threatening it with the full force of international law, particularly if it continues to deprive the Brazilian diplomats and their guests of power, water and food. Brazilian action, closely backed by the Venezuelan government, has wrong-footed Washington, exposing a clear gulf on the Honduran mess between Obama, who wants decisive action to restore Zelaya, and a shilly-shallying Hillary Clinton, whose right-wing advisers have other ideas.

Lula is, too, a leader in the new political bloc the Union of South American Nations. Unasur is resisting the militarisation of South America that many think will follow if Colombia, a close ally of the US, allows the Pentagon to establish seven new bases on its land; these would allow the US to dispatch warplanes to any part of the continent except southern Patagonia. As a precaution, Lula is buying arms in France and Russia.

In his efforts to accelerate the drive for Latin American unity, Lula has taken political risks at home, daring to take on the powerful electricity companies. In order to cement relations with his poor neighbour Paraguay, he has promised a new deal on the gigantic hydroelectric Itaipú dam whose power is supposed to be shared by both countries but which in fact goes overwhelmingly to Brazil.

However, if Rio wins on Friday, Lula will settle back to the task of giving the city's dispossessed hope – and ensuring that South America's first Olympics pass off peacefully. (The Independent).

20090925

The Global Governance (G8+G20+BRIC)

The Global Governance Monitor is a production of CFR's International Institutions and Global Governance program, which aims to identify the institutional requirements for effective multilateral cooperation in the twenty-first century. To learn more about the program and the issues it covers, click here. Source: CFR. See from Brazil: http://www.cfr.org/publication/18985/global_governance_monitor.html?breadcrumb=%2Fthinktank%2Fiigg%2Fpublications#/Finance/Map/
By Clayton Fernandes from Brazil.

E.U. acionam a Quarta Frota da Marinha de Guerra

A américa do sul está vivendo uma corrida armamentista? Segundo fontes diplomáticas que estiveram presentes na última reunião da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) é citado entre ministros da Defesa da Unasul, uma suposta “corrida armamentista”.
O pano de fundo tem como base declarações da secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, que conclamou a Venezuela a explicitar os objetivos da compra de armamentos da Rússia. Hillary Clinton pronunciou tal pensamento pouco depois de uma reunião em Washington com o presidente uruguaio Tabaré Vázquez. “A corrida já está aí, é uma realidade”, disse Vázquez. Citando o Brasil e a Venezuela como novos líderes militares na região.
O delegado brasileiro do PT, Florisvaldo Fier (conhecido como Dr. Rosinha) assumiu a defesa do governo brasileiro e esclareceu que “somos todos a favor da paz”. Ele assinalou que o Brasil gasta 1,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em suas Forças Armadas, enquanto a Colômbia e os Estados Unidos destinam 4%, respectivamente. “Não há uma corrida armamentista na América, está se buscando uma forma de construir soberania.
O Brasil descobriu enormes reservas de petróleo e gás. A Amazônia é nossa, é da América do Sul, não é território americano. Como podemos nos proteger? Não pensamos em guerras, em ataques, mas estamos cansados de ver o crime organizado”, disse Rosinha. Mais adiante, ele sugeriu que a hipótese de uma guerra não está tão distante: “Quando o Brasil anunciou o descobrimento (de petróleo e gás), os Estados Unidos colocaram novamente em ação os navios da Quarta Frota”, conclui Fier. Fontes: Opera Mundi. IHU. By Ton.

O cenário do caos nacional

Falta de investimentos em infraestrutura urbana viária, transporte público ineficiente, congestionamentos a toda hora do dia, excesso de carros circulando pelas ruas e avenidas, poluição acentuada, faz com que o trânsito seja um dos principais problemas das grandes cidades do Brasil. Em São Paulo, o Ibope divulgou uma pesquisa que avalia a percepção do paulistano em relação à cidade e mobilidade urbana. Além do tempo que o paulistano gasta com deslocamento, as dificuldades de circulação trazem prejuízos econômicos. Não por acaso, viver e percorrer as ruas de São Paulo é cada vez mais um desafio, o que vem suscitando discussões sobre alternativas e campanhas para melhorar esse cenário. Fonte: IDEC. By Ton.

20090922

Momento do Brasil!





Salve para o Brasil!

Em respeito aos amigos brasileiros do mundo todo, deixo aqui um salve especial aos leitores antenados na nova ordem mundial que registra a onda do momento, o meio ambiente!


Em breve uma Crônica especial aos amantes do Brasil.


Uai, afinal somos brasileiros!!!!


Clayton Fernandes




President Obama At the Clinton Global Initiative

REMARKS BY THE PRESIDENTAT THE CLINTON GLOBAL INITIATIVE
Sheraton Hotel - 22 september 2009.
New York,
Lecture from complet for public in live (transcrição em inglês na íntegra):
Discurse - THE PRESIDENT BARACK OBAMA:
Please, please, have a seat. Thank you. Thank you so much. Good evening. And thank you, President Clinton, for the extraordinary brief introduction which -- during the U.N. General Assembly week does not happen that often. I want to acknowledge Bob Harrison and the outstanding work that he's doing as CEO of CGI -- (applause) -- as well as Ed Hughes, the deputy director of CGI, for their excellent work.Some of you are aware that last week President Clinton and I were here in New York together, we were having lunch in a small Italian restaurant. And we talked about the economy, we talked about health care, we talked about pressing global challenges. And then he said to me, "Would you pass the Parmesan?" (Laughter.) And then he said to me, "Would you speak to our annual meeting?"Now, I think everyone knows what it's like when Bill Clinton asks you to make a commitment. (Laughter.) He looks you in the eye; he feels your pain. (Laughter.) He makes you feel like you're the only person in the room. What could I say? I was vulnerable just as all of you have been vulnerable to his charms. (Applause.)So I am happy to be here and honored by the invitation. And I've always appreciated President Clinton's valuable advice and the ideas he's offered my administration. I do understand that the President has been having trouble getting a hold of my Secretary of State lately. (Laughter.) But I hope he doesn't mind, because Hillary Clinton is doing an outstanding job for this nation and we are so proud of her. (Applause.)I also want to just very briefly take this opportunity to thank President Clinton for his service. In his eight years in office, he helped swing open the doors of opportunity and prosperity to millions of Americans. And as the first U.S. President to face the full force of globalization, he worked to share that prosperity with people around the world -- from promoting trade to expanding education to forging a historic global compact on debt relief.After a lifetime of service, he would have been forgiven had he settled for a life of quiet, a life of ease, a life of improved golf scores -- my understanding is they have not improved that much since he was in office. (Laughter.) But he chose a different path. He asked, "What can I do to keep making a difference?"And what an extraordinary difference he, working with all of you, have made. For the victims of disaster, from the Asian tsunami to Hurricane Katrina, he's made a difference. For those in need, from parents and children battling HIV/AIDS to your efforts today on behalf of the people of Haiti, he's made a difference. It's no exaggeration: Around the world, Bill Clinton has helped to improve -- and save -- the lives of millions. That is no exaggeration. (Applause.)And this week, even as we gather at the United Nations to discuss what governments can do to confront the challenges of our time, even as we've -- we're joined tonight by so many extraordinary leaders, Presidents and Prime Ministers -- this Global Initiative reminds us of what we can each do as individuals: that you don't have to hold a public office to be a public servant. That's the beauty of service -- anybody can do it. And everyone should try.To all the CGI members here tonight, I want you to know how grateful I am for your efforts -- and I know that those efforts require greater commitment at such difficult economic times. Indeed, your work -- and the spirit of service behind it -- is deeply personal to me. I've seen it. I've been shaped by it my entire life.I first saw it in my mother -- she was an anthropologist who dedicated her life to understanding and improving the lives of the rural poor, from Indonesia to Pakistan. Whether working with USAID or the Asian Development Bank, the Ford Foundation, Bank Rakyat in Jakarta or Women's World Banking here in New York, she championed the cause of women's welfare and helped pioneer the micro loans that have helped lift millions from poverty.My mother understood that whether you live in the foothills of Java or the skyscrapers of Manhattan, we all share common principles: justice and progress, tolerance and the dignity of all human beings. And we all share common aspirations, for ourselves and our children: to get an education, to work with dignity, and to live in peace and security.That's where I first saw that spirit. That's who planted it in me. And I saw this spirit again when I moved to Chicago, working as a community organizer on some of the poorest streets in some of the poorest neighborhoods in the United States; in neighborhoods devastated by steel plant closings, I worked with local churches to help people in need. And change didn't come easy, but with a lot of time and effort, it did come -- block by block, neighborhood by neighborhood.That's when I learned that real progress does not just come from the top down, not just from government, it comes from the bottom up -- from people. (Applause.) If you want to bring about change in the world, you can't just be an advocate of somebody else doing it. You can't just preach lofty goals and wait for somebody else act. You have to step up. You have to serve.I've seen this spirit of service in my wife Michelle -- one of the millions of people whose lives has been touched by AmeriCorps, created by President Clinton. She left her job at a law firm to be the founding director of an AmeriCorps program in Chicago that trains young people for careers in public service. I've seen the transformation that occurs -- in their lives, in hers -- when people are empowered to live their dreams.And that's the spirit that's represented here tonight -- in the difference that CGI members have made around the world. The greenhouse gases you've cut. The entrepreneurs you've empowered with micro loans. All the people, many of them children, you've helped to lead healthier, more productive lives -- more than 200 million in more than 150 countries.That's the meaning of service. That's the difference we can make -- when we remember our common humanity, or when we embrace our common responsibilities, when we recognize our common destiny.Your ability to serve people in the disconnected corners of the world reminds us of another truth. We stand at a transformational moment in world history when our interconnected world presents us at once with great promise, but also with great peril.The very technologies that empower us to create and build also empower those who would destroy and disrupt -- the extremists in the mountains of Afghanistan and Pakistan who fuel attacks from New York to London to Bali, from Mombasa to Madrid to Mumbai.Reckless speculation in any financial sector of the world, or someone's failure to pay a mortgage in Florida, can contribute to a global recession that undermines all of us. Poverty in Somalia, the poppy fields of Afghanistan, the northbound flow of drugs from Colombia and the southbound flow of American guns and cash into Mexico -- all this fuels violence that endangers each and every one of us. A flu that starts in one country can become a pandemic that sickens millions.Carbon emissions from cars in Boston and factories in Beijing are melting the ice caps and imperiling the planet. And by the way, we're joined here by the leader who made that particular truth impossible to ignore -- former Vice President Al Gore, and we owe a great debt of thanks to him. (Applause.)These are the threats of the 21st century. These are the challenges we face. And just as no nation can wall itself off from the world, no one nation -- no matter how large, no matter how powerful -- can meet these challenges alone. Nor can governments alone. Today's threats demand new partnerships across sectors and across societies -- creative collaborations to achieve what no one can accomplish alone.In short, we need a new spirit of global partnership. And that is exactly the spirit that guides this organization; I hope that it is the spirit that guides my administration.Here at home, we've summoned the American people to a new era of service: launching a historic expansion of community service; more than tripling the size of AmeriCorps; creating a new model -- an innovation fund to bring together nonprofits, foundations, the private sector and government to find the community solutions that work, to fund them and then replicate them across America.Around the world, even as we pursue a new era of engagement with other nations, we're embracing a broader engagement -- new partnerships between societies and citizens, community organizations, business, faith-based groups.That's why we've been speaking directly to people around the world, including our friends across the Muslim world with whom we've launched a new beginnings based on mutual interests and mutual respect. It's why you've seen Secretary Clinton in so many countries -- at town halls, on local television programs, reaching out to citizens and civil society -- that's why she's created a new initiative to promote global partnerships between business, nonprofits and faith groups to promote development.In fact, this spirit of partnership is a defining feature of our foreign policy.Because government and the military can work to disrupt, dismantle and defeat terrorist networks. But while the violent extremists only destroy, we have to make it clear the kind of future we want to build. That's why we're investing in people's education, and health and welfare -- as we are doing in Afghanistan and Pakistan. And we need to build new partnerships across regions and religions -- and that requires religious leaders, and NGOs, citizens to help build the good governance, and transparent institutions and basic services upon which true security depends.We're making historic investments in clean energy and working toward deep cuts in emissions. But we still need business to unleash new innovations and nonprofits to keep up the pressure to end the threat of climate change.We're making substantial increases in foreign assistance. But we still need civil society to help host nations deliver aid without corruption. Because foreign assistance is not an end in itself. The purpose of aid must be to create the conditions where it is no longer needed -- where we help build the capacity for transformational change in a society.We're pursuing a comprehensive global health strategy -- building on successes in the fight against HIV/AIDS and working to end deaths from malaria and TB and to end polio. But these efforts will only be sustained if we improve the capacity of public health systems to deliver care, especially for mothers and children.We're making major new investments in food security. But this can't simply be hand-outs of American food. We need to share new methods and technologies so that countries and communities can become more self-sufficient.In short, we're renewing development as a key element of American foreign policy -- not by lecturing and imposing our ideas, but by listening and working together; by seeking more exchanges between students and experts; new collaborations among scientists to promote technological development; partnerships between businesses, entrepreneurs to advance prosperity and opportunity for people everywhere.That's how we'll confront the challenges of our time. This is how we will seize the promise of this moment in history. Standing together. Working together. And building together.It's the spirit I've seen in my travels around the world -- in elected leaders and entrepreneurs, the heroic civil society groups, in the students from Ankara to Cairo, from South Bend to Strasbourg -- the optimism and the faith and the confidence that we each can make a difference.And that's the spirit that I see here tonight. The spirit that says we can rise above the barriers that too often divide us -- country and culture, color and creed, race and religion and region. That we can come together. And that we can leave this world even better, even more hopeful than we found it.So to all of you, thank you for your vision, for your engagement, for your stick-to-it-ness. As hard as it may be to sustain during these difficult times, your commitments have never been more needed, they have never been more inspired. And I am grateful to President Clinton for having the vision and leadership to help catalyze this extraordinary collection of individuals and the commitments you make that are making such a difference all around the world.Thank you very much, everybody. (Applause.). Sources: http://twitter.com/Royalbusiness, Mix Ideias, USCAN, Clinton Global Initiative. By. Ton.

Brazil is subject the Global Initiative for Bill Clinton

See in live the Clinton Global Initiative

20090921

Ligue para o presidente Lula, agora!

Hoje é o extraordinário dia de mobilização pelo telefone e pela Internet, a favor da manutenção do clima do Planeta. A mídia mundial relata que as negociações climáticas estão um caos e a cúpula da ONU - a realizar-se amanhã (22 de setembro de 2009) - é a única esperança de ressuscitá-las.
Nesse 21 de setembro, o Mix Ideias está com o Avaaz na campanha de mobilização social em prol a conferência de Conpenhague a se realizar em dezembro próximo. Ligue para o presidente e seus ministros de estado com foco em demonstrar a força de um movimento global para pressionar nossos governantes a se comprometerem com o clima!.
É HORA DE ACORDAR e para isso nós vamos inundar a mídia e as linhas telefônicas de governos do mundo todo com chamados para os nossos governantes agirem. Telefonemas estão sendo feitos de mais de 2.300 passeatas, encontros e mobilizações relâmpago em locais públicos pelo planeta. Mesmo de casa ou do trabalho você também pode fazer a sua parte ligando para o Palácio do Planalto e para os Ministérios supra-citados abaixo;

Presidente
Luis Inacio Da Silva (+55) (61) 3411.1200 / 3411.1201 / 3411.2403 / 3411.2182 / 3411.1925

Ministério do Meio Ambiente
Carlos Minc Baumfeld (+55) (61) 3317-1058 / 1289 / 3317-1416 / 1003 / 1146

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Miguel Jorge (+55) (61) 2109 7042 / 7006 / 7216 / 7198

Ministério das Relações Exteriores
Celso Amorim (+55) (61) 3411-6160 /

Faça ao menos uma ligação, se estiver ocupado é porque nossa ação está funcionando e estamos congestionando as linhas telefônicas – é importante continuar tentando pois quanto mais ligações mais atenção chamaremos dos nossos governantes!
O que falar ao telefone: diga que está ligando como parte de uma ação internacional chamada Hora de Acordar global; que nós queremos que o [seu chefe de Estado] se comprometa a ir ao encontro sobre o clima em Copenhague em dezembro e assine um tratado climático global que seja JUSTO, AMBICIOSO e VINCULANTE; por fim peça para ele/a registrar a sua ligação e repassar a sua mensagem para o seu governante.
Depois de fazer a ligação, visite a página da Hora de Acordar no link abaixo e o seu depoimento no blog você também pode ler como foi a experiência das outras pessoas e ver fotos e vídeos de eventos de todos os cantos do planeta: http://www.avaaz.org/po/sept21_hub/
Fonte: Avaaz. By Ton.

20090914

Testimonial it is approved for official publication United Nations

The month of September, considered the vestibule of the spring in the south hemisphere, arrives in São Paulo, Brazil, with good notice for the commander of blog Mix Ideias, Clayton Fernandes, which the same received the official notice from the UN and the Stanford Law School that will be part of the select international group of corporative values and social responsibility of such institutions.
Now it finishes to be communicated by the Global Compact that its testimonial sent to the Seal the Deal - Text sees below. As CEO of the Royal Business & Associados, Mr. Clayton Fernandes was chosen to be part of the official publication of the UN, with the testimonials of commitment in relation to the agreement of the climatic convention of the UN. Such document will be delivers for the leaders of governments of the world, that will be gifts in Copenhagen in the month of December of 2009, in the meeting of State of the UN.

O mês de setembro, considerado o portal da primavera no hemisfério sul, chega em São Paulo, Brasil, com boas notícias para o comandante do blog Mix Ideias, Clayton Fernandes, ao qual o mesmo recebeu o comunicado da ONU e da Stanford Law School que fará parte do seleto grupo internacional de valores corporativos e responsabilidade social de tais instituições.
Agora acaba de ser comunicado pelo Global Compact que seu testemunho enviado ao Seal the Deal - Veja texto abaixo. Como CEO da Royal Business & Associados, o senhor Clayton Fernandes foi escolhido para fazer parte da publicação oficial da ONU, com o testemunho de compromisso em relação ao acordo da convenção climática da ONU. Tal documento será entregue para os líderes de governos do mundo, que estarão presentes em Copenhague no mês de dezembro de 2009, na reunião de Estado da ONU.

Official document:
Sean Cruse - UN
Clayton Fernandes - Royal Business
Date: 11 de setembro de 2009 20:27
Fw: Testimonial Royal Business & Associates

Dear Mr. Fernandes,

I would like to thank you for submitting a CEO testimonial in support of the United Nations Seal the Deal! campaign for a fair, balanced and effective climate change agreement at the UN Convention on Climate Change in Copenhagen this December.

In support of this important campaign, we have compiled a selection of CEO testimonials in a publication that will be shared with attendees of the UN Leadership Forum on Climate Change on 22 September. I am pleased to let you know that your company's testimonial will be included.
Please note that slight revisions have been made to your testimonial for the purposes of formatting and in accordance with UN editorial guidelines. The following statement will be included in the publication:

Royal Business & Associados -
"As company of establishment business-oriented and projects, we support combating global warming, in the present time so that our future is prosperous, with the application of new technologies for a generation of renewable energy. We defend the position of the UN that globally the average temperature cannot increase 2ºC more and that the world reduces CO2 emissions by 50%, by 2050 and that rich countries support developing nations with financial resources and technology transfer in favor of a better world."
Clayton Fernandes, CEO, Brazil.

On behalf of the Global Compact Office, I want to thank your for this important contribution and your company's commitment to advancing sustainability.

Best Regards,
Sean Cruse, Ph.D
Communications Master
United Nations Global Compact
New York, USA.

Brasil sai da recessão e tem alta de 1,9 no PIB

São Paulo - De acordo com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - a economia brasileira saiu da recessão técnica (dois trimestres seguidos de PIB negativo) e voltou crescer no segundo trimestre deste ano, com alta de 1,9% frente aos três meses imediatamente anteriores.

Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo vai trabalhar com um crescimento da economia estimado entre 4,5% e 5% em 2010, “o resultado do primeiro semestre ainda é negativo em 1,5% em relação a igual período do ano passado", mas disse que a estimativa para o segundo semestre é de um crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2008. “É apenas uma previsão, o resultado vai depender do comportamento da economia. Se confirmado, isso nos possibilitará um crescimento positivo de 1% neste ano”.
Para 2010, o ministro espera que o Brasil volte às taxas anteriores à crise. “Em 2010, recomeça o ciclo de crescimento iniciado em 2003 e interrompido pela crise”. Mantega reafirmou que o Brasil é uma das economias que têm se recuperado mais rápido da crise e que poucos países têm tido esse desempenho. “Com os dados que temos do terceiro trimestre, esperamos um crescimento ainda maior entre julho e setembro em relação ao segundo trimestre, entre 2% a 3%. Será um dos poucos países com crescimento positivo em 2009”, adiantou.
Papel da Indústria - O crescimento da nação está sendo alavancado pelo desempenho da indústria, que sofreu retrações no final do ano passado e no início deste ano e apresentou crescimento de 2,1% no segundo trimestre. Além da indústria, o consumo das famílias também apresentou crescimento de 2,1%, contribuindo para o resultado positivo.

Fatores - O consumo das famílias está positivo, assim sendo temos um saldo comercial positivo, maior do que o do ano passado, concomitantemente há solidez da economia. “Entramos na crise com a economia em crescimento forte”. As ações fiscais do governo, que representaram gastos de cerca de 1% do PIB em renúncias, especialmente na diminuição de impostos, com reflexo nos preços foi fundamental para a recuperação da economia, além de políticas monetárias, “ela implicou na redução da taxa de juros, no aumento da liquidez e da disponibilidade financeira da economia”. Os gastos com investimentos e desonerações representaram no Brasil o equivalente a 1% e 1,5% do PIB, enquanto a China gastou 13% e os Estados Unidos 6,7% do PIB.

O aumento dos gastos com a política anticíclica não leva o Brasil a um endividamento. “Ao contrário de outros países, que sairão endividados e com déficit público maior, o Brasil sai rapidamente e com situação fiscal melhor, com a dívida crescendo menos, cerca de 2%, contra cerca de 50% nos EUA. Além disso, nosso déficit nominal em 2009 será um dos menores do G-20. Saímos da crise com uma situação fiscal forte”. Segundo Mantega, as medidas de incentivo ao consumo devem se encerrar até o final deste ano. Os juros baixos e o aumento no crédito, no entanto, devem permanecer “Também continuaremos estimulando investimentos com taxas bastante baixas e condições favoráveis”, concluiu. Fonte: SECOM. Edição de entrevista com o ministro da Fazenda, Guido Mantega - Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Edição Mix Ideias, By Ton.

20090911

09/11, O marco de uma nova era!

Homenagem às vítimas do 09/11.
Em 2001, cerca de 2.752 pessoas morreram em Nova Iorque e Washignton.
O onze de setembro é um novo marco para a convivência social entre a humanidade.

Iraque - Washington, que anunciou recentemente o fim da Guerra do Iraque com a retirada das tropas americanas prevista para até 2011, se anima em apresentar baixo número de perdas de vidas de seus soldados, cerca de 4.262 até agora. Segundo organizações iraquianas, o conflito deixará um saldo significativo de mortes, cerca de 100 mil civis iraquianos morreram nos seis anos da guerra.

Afeganistão - Número de civis assassinados na guerra no Afeganistão aumentou 24% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período de 2008, segundo denúncia das Nações Unidas. Em comparação com 2007, o número de mortos é quase 50% superior. Por semestre, há uma média mensal de mortes de aproximadamente 1.100 pessoas civis inocentes que são atingidas por ações das forças armadas dos Estados Unidos. Fontes: White House D.C., Pentágono, U.S. ARMY, EFE, Estadão, Washington Post, Folha, G1, Mix Ideias. Pesquisa e texto by Clayton Fernandes.

"Value Statement" - Mix Ideias & Stanford Law School

O blog Mix Ideias, vinculado ao grupo Royal Business & Associados tem a honra de noticiar que o seu comandante, Clayton Fernandes - signatário do Pacto Global das Nações Unidas -, fará parte do seleto grupo internacional de valores corporativos e responsabilidade social, vinculado a ONU e a Stanford Law School.

Veja a seguir o e-mail remetido pelo diretor da ONU, Chip Pitts - Stanford Law School Lecturer and co-author/editor of "Corporate Social Responsibility: A Legal Analysis". In the Art&Seek segment, Steve Wiest, the new director of UNT's One O'Clock Lab Band, discusses the Denton institution and the role of young musicians in jazz.pelo recebido nesse 11 de setembro

Data11 de setembro de 2009 08:54
Assunto: FW: Corporate Values

Chip Pitts here; thank you, Clayton. This is to acknowledge receipt of your kind email and let you know that we’re taking your input into account in the inventory of corporate values for the Corporate Values and Culture project. We will keep you and the other UN GC participants informed as work on the project continues. Chip PittsLecturer, Stanford Law School

Abaixo a carta de apresentação de Clayton Fernandes;
Sent: Saturday, August 15, 2009 7:16 PM

Att.Global Compact

Mr. Chip Pitts
Director

Global Compact Office
Value Statement Royal Business & Associates
CEO - Clayton Fernandes
São Paulo, Brazil.

The Royal Business and Associates is a company that has as its main concern to add to add value near society, promoting citizenship, while conserving the environment and new technological development in the implantation of new businesses.

Mission: In the 20th century the companies had as a tradition, in the social context, to generate employment, to pay its taxes and tributes. In actuality its noticeable clear evolutionizing change in that character and each time more, the big corporations are adding to this new dimension. It’s the acceptation that the company has a more amplified social responsibility before the community. Royal Business comes to the 21st century articulating businesses and projects not only to obtain a profit in its essence, but also to the improvement of the quality of life of its Brazilian citizens, via the technological development of similar products however represented and the effectiveness of the contracted projects.

To achieve its mission in the social environment, Royal Business motivates its associates, collaborators, partners, employees, and family members to voluntarily get themselves involved in social actions, and will do as well as a company.

Value prime: Social responsibility and citizenship, allied to the intelligence of information and justice, having as its focus the management of resources to the human rights actions, environmental and the social orders linked to its communities.

Thanhs,
Clayton Fernandes
Global Compact Radio Nova Mensagem

20090909

A new gas cartel?

Meanwhile, Chávez continued what he has jokingly called his 11-day “evil axis” tour by paying a visit to Belarussian President Alexander Lukashenko. The two were expected to discuss trade deals including the inclusion of Belarus in a forum of natural gas exporters similar to OPEC.

The visit to Belarus comes one day after Chávez invited Turkmen President Gurbanguly Berdymukhamedov to join the fledgling cartel, which Chavez hopes will counterbalance Western political and economic clout. And it comes two days after Chávez struck a deal with Iranian President Mahmoud Ahmadinejad to import fuel to the country at a time when the West is considering sanctions against Iran.

“Venezuela has agreed to export 20,000 barrels of petrol daily to Iran from October in a deal worth $800 millon,” Chávez was quoted as saying by Iranian media. The arrangement could be key for Iran, which imports some 40 percent of its fuel. It could offset sanctions the US and Europe have threatened to impose on Iran if more progress is not made in efforts to resolve questions over Iran’s nuclear program. Source: The Christian Science Monitor. By. Ton.

20090906

Bomba, Bomba, Brasil Atômico!

A tese de doutorado do físico brasileiro, Dalton Ellery Girão Barroso, apresentada no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército - Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação -, confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. "Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe", afirma Barroso.
Mantida atualmente sob sigilo no IME, a pesquisa foi publicada num livro e sua divulgação provocou um estrondoso choque entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro. O pesquisador desenvolveu cálculos e equações que permitiram interpretar os modelos físicos e matemáticos de uma ogiva nuclear americana, a W-87, cujas informações eram cobertas de sigilo, mas vazaram acidentalmente.

Desde o início dos anos 1980 as forças armadas brasileiras veem realizando testes secretos no sul do estado do Pará, especificamente na Serra do Cachimbo, onde a Aeronáutica abriu um buraco gigante, com dimensões espantosas de profundidade, que serviram para a efetivação de testes nucleares. Fontes da Marinha afirmaram ao Mix Ideias nos idos dos anos 2000, que nas décadas de 1970 e 1980 o buraco do cachimbo recebeu toneladas de concreto para cobertura de ensaios de artefatos bélicos, mas a fonte não confirma explícitamente ação de artefatos nucleares.
É notório ressaltar aqui que no início dos anos 1980, no final da ditadura militar, ainda no governo do General João Figueiredo, a Marinha instalou no interior de São Paulo, na cidade de Iperó, região de Sorocaba, o Centro Experimental de Aramar, órgão vinculado a Marinha responsável pela realização e operação de um reator nuclear focado em enriquecimento de Urânio e indiretamente na criação da tecnologia brasileira do submarino nuclear de nossa Marinha. Antes da operação do reator de Aramar, em meados dos anos 1970, em pleno Campus da USP - São Paulo, funciona o primeiro reator nuclear, voltado a pesquisas das forças armadas, em atividade até o dia presente.
Barroso publicou o grosso dos resultados da tese no livro A Física dos explosivos nucleares (Editora Livraria da Física, 439 páginas), despertando a reação da AIEA e, como subproduto, um conflito de posições entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Celso Amorim, das Relações Exteriores. A crise vinha sendo mantida em segredo pelo governo e pela diplomacia brasileira.
No entanto, a política nuclear brasileira não é recente e finalmente alguém se encorajou em publicar uma tese reascendedo o poder militar da nação. No mundo atual é necessário se posicionar com poder político e militar, a detenção da tecnologia nuclear faz com que um país tenha voz de respeito em relação as nações poderosas belicamente. Fontes: IME, Mix Ideias. By. Ton.

20090903

Brazil and the change in world-wide the financial system

Changes economic system at the world is focus the foreign ministers of Brazil, India and South Africa. These countries are pressing anew for promised reforms of multilateral financial institutions.
The ministers met in Brazil's capital Week to discuss increasing trade ties along with how to press the richest nations for changes to the IMF and the World Bank.
Brazilian Foreign Minister Celso Amorim said the global economy may recover earlier than expected, but it didn't mean the measures to reform the global financial mechanism promised by the G20 Summit in London in April should not be conducted. “We agreed the reforms must be done. Now we want to see how and when,” it said Amorim. South African Foreign Minister Maite Nkoana-Mashabane added. Source: The Global Development / IMF, World Bank & IFI Round-Up. By. Clayton Fernandes.

20090831

31 de Agosto, O dia da "Independência" do Brasil

Hoje é um dia histórico para o Brasil, segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nação brasileira conta a partir de agora com uma nova data de "Independência".
O governo federal lança oficialmente, neste 31 de agosto, as regras básicas para a exploração da camada Pré-sal. Situada em uma faixa que vai do estado do Espírito Santo ao de Santa Catarina, ao longo de 800 quilômetros da costa brasileira. A camada de petróleo e gás natural, que fica a muitos metros abaixo do nível do mar, é riquíssima, como já comprovaram estudos.
Pela atual avaliação do Pré-sal, o Brasil poderá atingir, em 2015, a produção média de aproximadamente 3,4 milhões de barris/dia de petróleo. Pelos dados atuais, considera-se que o maior potencial esteja na Bacia de Santos, no Litoral dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
A exploração fica a cerca de 250 quilômetros de distância da costa. No local, já foram perfurados 14 poços, que resultaram em 13 descobertas. O volume de apenas três das descobertas anunciadas, até o momento, é estimado entre 9,5 e 14 bilhões de barris. Esse volume já garante o dobro das atuais reservas.

Novo modelo de Estatal e aplicação de novas tecnologias:
Para chegar a tais descobertas foram desenvolvidas novas tecnologias, suficientes para atravessar a camada salina, que, em alguns trechos, chega a possuir em torno de dois mil metros de espessura. A profunidade da camada de sal varia de 800 a três mil metros abaixo do nível do mar, em “águas profundas e ultra-profundas”.
Estudos do BNDES indicam a necessidade de investimentos de 80 milhões de dólares nos próximos dez anos. Como se trata de riqueza, haverá lucros, que serão, em parte, depositados em um fundo especial, destinado ao combate à pobreza. Em princípio, a Petrobras terá participação mínima de 30% dos custos e lucros que as empresas tiverem no negócio.
Uma das novidades será a criação de uma empresa pública, ainda sem nome definido. O novo modelo será em regime de partilha da produção e a empresa será responsável pela gestão dos contratos de partilha, de produção e de comercialização de petróleo e gás na área do Pré-sal. Pelo sistema, a União poderá contratar diretamente a Petrobras ou, por meio de licitação, empresas nacionais ou internacionais. Fonte: SECOM. By Ton.

O Brasil e a redução de CO2

Segundo o estudo “Pathways to a Low-Carbon Economy for Brazil” do Instituto Mckinsey, divulgado neste ano, sobre as emissões de gases do efeito estufa, os fatores que contribuem para a emissão de CO2 na Atmosfera são; a) Mudanças no uso do solo (desmatamento e agricultura) respondem por 81,4%; b) Indústria, emite 8,2% de CO2; c) Transportes, 6,4%; d) Resíduos, 1,8%;
e) Energia, 1,4%; f) Construção civil, 0,9%; do total de emissão de carbono emitido pelo Brasil. Fonte: Mickinsey Institute. By. Ton.

20090828

Seal the Deal

O blog Mix Ideias e a empresa Royal Business & Associados detentora da marca, Sistema Mixideias de Comunicação e representante de Media junto ao pacto global da ONU, registrada como Radio Nova Mensagem, apoia a campanha mundial Seal the Deal que em tradução livre significa “Selar o Acordo” que é uma iniciativa do Global Compact das Nações Unidas que tem por objetivo chamar seus signatários para um acordo climático pós - Quioto mais justo, balanceado e efetivo.
A Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 15) ocorrerá em Copenhague entre 7 e 18 de dezembro de 2009.

O Mix Ideias e o Global Compact convida a comunidade empresarial a
participar das seguintes formas:
01) Apoio do CEO: Expressar em no máximo 100 palavras o suporte a um acordo efetivo em mudanças climáticas. Todas as declarações serão publicadas no site (http://www.unglobalcompact.org/Issues/Environment/Seal_the_Deal.html) e divididas com os líderes de governo mundiais que estarão presentes no dia 22 de setembro no high-level summit sobre Mudanças Climáticas.
Acesse ao link e leia o texto testemunhal do CEO da Royal Business & Associados; http://www.unglobalcompact.org/Issues/Environment/Seal_the_Deal_Statements.html#RNM
02) Faça como a Royal Business participe no Aumento da Conscientização: Use suas relações públicas e canais de comunicação e ajude a disseminar a iniciativa Seal the Deal. De hoje até dezembro use o logo do Seal the Deal em suas publicações, embalagens, etc!
03) Lobby Responsável: Instrua a equipe de relações governamentais e associações comerciais a influenciar governos a alcançar o acordo em Copenhague.
Fontes: ONU, Royal Business & Associados. By. Clayton Fernandes

20090827

Senator Ted Kennedy

Clayton Fernandes,
Michelle and I were heartbroken to learn this morning of the death of our dear friend, Senator Ted Kennedy. For nearly five decades, virtually every major piece of legislation to advance the civil rights, health and economic well-being of the American people bore his name and resulted from his efforts.
His ideas and ideals are stamped on scores of laws and reflected in millions of lives - in seniors who know new dignity; in families that know new opportunity; in children who know education's promise; and in all who can pursue their dream in an America that is more equal and more just, including me.
In the United States Senate, I can think of no one who engendered greater respect or affection from members of both sides of the aisle. His seriousness of purpose was perpetually matched by humility, warmth and good cheer. He battled passionately on the Senate floor for the causes that he held dear, and yet still maintained warm friendships across party lines. And that's one reason he became not only one of the greatest senators of our time, but one of the most accomplished Americans ever to serve our democracy.
I personally valued his wise counsel in the Senate, where, regardless of the swirl of events, he always had time for a new colleague. I cherished his confidence and momentous support in my race for the Presidency. And even as he waged a valiant struggle with a mortal illness, I've benefited as President from his encouragement and wisdom. His fight gave us the opportunity we were denied when his brothers John and Robert were taken from us: the blessing of time to say thank you and goodbye.
The outpouring of love, gratitude and fond memories to which we've all borne witness is a testament to the way this singular figure in American history touched so many lives. For America, he was a defender of a dream. For his family, he was a guardian.
Our hearts and prayers go out to them today - to his wonderful wife, Vicki, his children Ted Jr., Patrick and Kara, his grandchildren and his extended family.
Today, our country mourns. We say goodbye to a friend and a true leader who challenged us all to live out our noblest values. And we give thanks for his memory, which inspires us still.
Sincerely,
President Barack Obama

20090824

"Fraud Claims in Afghanistan"

Mounting claims of voter intimidation and fraud (WSJ) are tainting the legitimacy of last week's presidential elections in Afghanistan and threatening Western hopes that the poll would boost the government's credibility. The Electoral Complaints Commission, an independent body, said it has received 225 complaints of fraud, voter intimidation, and violence. Source: CFR. By Ton.

20090817

'Olha o esquilinho!" click ...

Canadá, Lago Minnewanka - As férias de Melissa Brandt e de seu marido tem a cena roubada pelo exibicionismo de um pequenino esquilo que vive nas redondezas do lago. detalhe que o bichano sai em primeiro plano na imagem da fotografia. Fonte: Telegraph. By Ton.

20090813

"The Promised Land"

"The Jewish past makes us particularly mindful of the dangerous plight of exiles and refugees and the need to help them. But the smallness and siege mentality of our country given its hostile environment make us more committed to maintaining our majority."
Mr. Yaron Ezrahi, a political science professor at the Hebrew University in Jerusalem, speaking to the Associated Press about the influx of more than 16,000 asylum seekers into Israel in recent years, mostly from Africa. Israel's current refugee influx started in 2005, when Egyptian smugglers helped a few hundred Africans sneak into Israel. The government arranged jobs for some, and as stories of their new lives spread, more came. Just under half are from Eritrea, whose repressive government often detains returned asylum-seekers, according to Amnesty International. About one-third of them are from south Sudan and Darfur, whose conflicts have left millions dead and homeless, according to the United Nations. Under the UN's Refugee Convention, all those claiming to be refugees should have their cases reviewed, said Sharon Harel of the UN refugee agency. Israeli refugee advocates criticize the state, saying stints in jail and the scant support asylum seekers find in Israel fail to honor the memory of Jewish persecution through the ages. "I think it's a great shame the way we're behaving," said Sigal Rozen of the Hotline for Migrant Workers. "We have an extremely short memory." Source: Global Development Briefing. By Ton.

20090810

A violência acaba com a autoestima da mulher

As mulheres deixam de denunciar a violência, porque a “autoestima delas desaparece”. É mais fácil que a mulher reaja nas primeiras tentativas de agressão e não depois de ser submetida a um longo período de constrangimento. A avaliação é da biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que deu nome à lei que pune a violência doméstica por ser vítima de maus-tratos de seu ex-companheiro.

Para o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto, o balanço após três anos de existência da Lei Maria da Penha é positivo, mas ainda é preciso avançar no estabelecimento de políticas preventivas. O secretário de Reforma do Judiciário, Rogério Favreto, acredita que o momento é de continuidade e implantação da lei, com a estruturação de serviços para dar efetividade à sua aplicação. “Nesse período nós consolidamos o ciclo de conscientização e firmação da lei, entramos no ciclo da implantação”, disse ele.

Em 2009 foram realizados 161.774 atendimentos, entre janeiro e junho, pela central de atendimento à mulher da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o que representa um aumento de 32,36% em relação ao mesmo período de 2008. Em números absolutos, o estado de São Paulo é o líder do ranking nacional com um terço dos atendimentos (54.137), seguido pelo Rio de Janeiro, com 12,28%. Em terceiro lugar está Minas Gerais com 6,83%. O aumento no número de denúncias decorre da maior segurança que a vítima tem para falar de sua agressão, de acordo com Favreto.
*Referência e pesquisa de imagem Mix Ideias: Campanha Publicitária da marca Dolce & Gabbana; Mídia questionável? Criticada na europa, por tratar a imagem da mulher em situação de humilhiação. Fontes: Agência Brasil e Mix Ideias. By. Ton.

20090806

O Brasil está empregando mais do que a Europa!

Segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o Brasil atingiu, pela primeira vez, um nível de desemprego abaixo do registrado na Europa. A afirmação foi feita durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal. Durante a audiência, o ministro apresentou gráficos que mostram a evolução do emprego desde 2002 no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos.
Os dados apontam que, após ter subido, em razão da crise mundial, a taxa de desemprego no Brasil recuou, enquanto na Europa, continua crescendo. No Brasil, o desemprego chegou a 9% em março deste ano e caiu para 8,1% em junho. Na Europa, a taxa era de 9% em março e subiu para 9,4% em junho. Nos Estados Unidos, o índice era de 9,5% em junho, também acima do registrado no Brasil (ver quadro). Segundo o ministro, o nível atual de desemprego no País é mais alto que 2008, antes da crise econômica, mas é menor que o registrado em 2007. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. By Ton.

20090805

Congratulations for Freedom...

This is moment the happiness!

Congratulations for Mr. President Bill Clinton.
In the act humanitary from Euna Lee and Laura Ling.

Two american journalists were captured and arrested in North Korea. They are free now.
Thanks from web send letters it to Congress to show our support for these innocent journalists.

The Mix Ideias it made its part, sending petition letters of freedom to the American Congress and the president Barack Obama, as you can see above.
By Clayton Fernandes.

Divulgue o seu blog! O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil