20060722

1492

A conquista faz parte dos seres que buscam grandes aventuras. Assim como Colombo conquistou o “paraíso”, todos almejam conquistar seus anseios e objetivos. O bom conquistador não mede distâncias e nem obstáculos a serem percorridos. O que importa na realidade para o ser humano é a busca de algo desejado, “cobiçado”. Pensando em batalha, labor e triunfo pode-se destacar uma pessoa altamente materialista, no entanto, aquele que corre atrás de suas metas, colocando seu caminho nas mãos do supremo Criador, não encontrará problemas que não possam ser resolvidos para a obtenção do sucesso na vida. Os espaços atemporais são preenchidos por aventuras bem sucedidas, no qual o aventureiro entrega-se plenamente ao Mestre Jesus. Esta suposta entrega mostra a verdadeira conversão do conquistador. Os caminhos a serem percorridos são inúmeros – inveja, maledicência, orgulho, avareza, amor, solidariedade, fé, compaixão, sinceridade, entre outros, mas muitas vezes não estão disponíveis recursos espirituais para alcançar a majestade santificada do caráter fiel do “Pátria” – Deus. No que refere-se à Mátria, o respeito aos conselhos e orientações é mínimo que se pode retribuir para gozar de seu amor Ágape. Os candidatos à conquista do caráter de Jesus Cristo, devem mostrar aos semelhantes que estão buscando a verdadeira sabedoria e comportamento cristão. Os homens devem recobrar suas necessidades de apoio a um ombro amigo e companheiro, só assim conseguem trilhar o percurso dos pioneiros conquistadores de almas. O mais poderoso conquistador de todos os tempos é o invencível jovem Miguel, pois somente ele, segundo os escritos sagrados dos Judeus, tem a graça e o poder de conceder vida, a todos que a desejam obter. Para se contemplar o Arco-íris, antes é preciso passar pela chuva, que tal chuva nunca consiga parar os provedores de Boas Novas. A luz não se encontra no fim do túnel, mas sim no começo de cada alma que deseja recebê-la. “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”, Filipenses 2:12-13. Em pleno século XXI, pode-se dizer que os cristãos já não são mais os mesmos da então Igreja primitiva. Hoje os ‘cristãos’ estão 'hi-tec’s, vivendo em um mundo onde tudo é imagem e velocidade. É preciso que a humanidade volte a reinar no peito de cada homem, A sociedade dita cristã deveria voltar ao ‘primitivismo’, pois somente no ‘primitivo’ é encontrado a inocência e a ingenuidade da humanidade. Manter vivo o verdadeiro amor, que provém de Jesus, é uma luta diária para a irmandade cristã do tempo presente. A vida do ser cristão atual convive com pensamentos pós-modernos e neo-liberais, imitando referências e costumes estritamente ligados ao desespero alienado de sociedades-não-cristãs. Na prática o que existe é um tal cristianismo virtual, com corações estampados em deuses modernos, sejam eles reais ou não como; "Televisão, namorado(a), carros, computador, esposa(o), trabalho, empresa, filhos, Internet, roupas, entre outros". O que se vê na sociedade dita cristã é uma disputa por status-quo social e objetos “materiais”. É interessante ressaltar que múltiplas mentes estão vagando por diversas teorias e hábitos considerados ultrapassados, infantis, desconsertantes e satíricos. O que importa em nossa sociedade cristã-pós-moderana? Não mais desenvolver o hábito do pensamento–Intelecto, as mentes ‘pensantes’ tornam-se virtuais. Tais pessoas acabam levando a bagagem emocional da massificação cultural trash. Talvez esse virtualismo se transforme em realidade, desde que os cristãos tornem-se verdadeiros decodificadores de parábolas e mensagens proferidas pelo Criador do Universo. O comprometimento para com a sociedade como um todo é ponto crucial nos dias de hoje. Não considere tais palavras como radicalismo ou idealismo religioso, ao notar a palavra Cristão, note também Mulçumano, Induísta, Socialista, Marxista, Capitalista, ou qualquer outra entidade ou denominação individual ou pluralista; procure olhar para o viver, a partir de referências apoiadas em reais filosofias de vida. O exemplo a ser seguido é o Criador dos Céus e da Terra. Vale ressaltar que o próprio Filósofo René Descartes afirmou que “entre a realidade exterior e a realidade dos pensamentos existe uma diferença fundamental”. Aparências apenas representam o egocentrismo narcisista de cada homem. O Cidadão/Cristão/Mulçumano não deve viver com máscaras em público, mas sim se mostrar como uma pluralidade entre emoção e razão. A verdadeira alegria do viver humano é amar ao próximo como a si mesmo e também a Deus, portanto, que esta felicidade possa indicar a senda para um viver mais digno e próspero, sem que haja guerras ou conflitos. O homem precisa de humanidade divina, ou seja, precisa estar ligado ao Messias ressureto e Redentor! Texto by Ton.

Divulgue o seu blog!