20061026

Jazz inspira liberdade na Europa de 1950

Segundo o cônsul-geral da Polônia em New York, Krzysztof W. Kasprzyk, o jazzista Tomasz Stanko é na atualidade uma das maiores figuras da cultura polonesa e um trompetista dos mais aclamados entre os músicos improvisadores da Europa. Em entrevista ao jornal The New York Times o amante do jazz Tomasz Stanko disse que o estilo das improvisações musicais traz uma grata sensação de liberdade."A mensagem do jazz em tempos de guerra fria era sinônimo de cultura ocidental, de liberdade e de um estilo diferente de vida", afirma ele. Em uma turnê pela Europa no final dos anos 1950, Stanko se recorda em ter visto Dave Brubeck , no mesmo ano (1958) em que a historiadora Penny M. Von Eschen em seu livro, "Satchmo Blows Up the World: Jazz Ambassadors Play the Cold War" (Harvard University Press), cita Brubeck descrevendo a passagem musical pela então turnê entre os países do velho mundo. De acordo com Stanko "onde quer que houvesse uma ditadura na Europa, o jazz era proibido e sempre que a liberdade voltava àqueles países, o jazz inevitavelmente a acompanhava", comenta ele. Texto by Ton.

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