20061116

Olha a crítica internacional via ONG´s

Nairobi - Políticas Visuais e Verbais desde suas primeiras publicações tem se preocupado com a Biodiversidade da Amazônia brasileira, divulgando material de escolas fundamentais do governo americano sobre a geografia da floresta, que segundo os americanos trata-se de uma região internacional sob administração da Casa Branca, coisa que de fato não é verdade, já que a Amazônia brasileira pertence ao Brasil, além de ações geopolíticas errôneas com publicação oficial do sistema de ensino norte americano é notório saber que muitas cabeças estão de olho nas riquezas da floresta. Outro fato aqui relatado é a presença de teoria internacional nas mesas dos ministérios de Brasília. Agora, mais uma vez voltamos a pautar a Amazônia; nessa semana, em reunião da ONU em Nairobi (já comentada aqui recentemente) as ONGs voltam a criticar políticas ambientais do governo brasileiro para a Amazônia. Segundo representantes do Greenpeace e da WWF o plano voluntário de redução de desmatamento apresentado pelo Brasil na África é "insuficiente" para compensar a parcela de responsabilidade do país no aquecimento global. De acordo com o Greenpeace "o Brasil precisa parar de basear seus argumentos em contribuições históricas, e olhar para frente". Mas será que a proposta da ministra Marina Silva não está focada para o futuro? Pode ser que haja pontos com abertura para discussões de concenso, desde que os mesmos não sejam interferências internacionais sobre a soberania de crescimento da nação. Para o coordenador de Políticas Públicas da organização WWF, Mauro Armelin, "o estabelecimento de metas de redução do desflorestamento tornaria mais robusto plano do país"; (discussão que o Brasil evita a título de imposição internacional por ato de soberania nacional). Segundo à BBC Brasil, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o governo brasileiro já tem "compromissos internos" em relação ao desmatamento, e não aceitará pressões externas para adotar metas, no entanto, a ministra, ainda não especificou quais seriam tais compromissos. As ONG´s estão forçando a barra para que o governo brasileiro estipule uma meta nacional de desmatamento. Para as ONG´s com cerca de 17% de mata original amazônica desmatada, "o Brasil precisa discutir com que velocidade quer atingir os 20% (máximos permitidos pelo Código Ambiental)", diz Armelin. "Mas esta é uma discussão que tem que ser puxada pelo governo. Se for colocada por organizações ambientais, ela será rechaçada pelo setor produtivo", conclui ele. Tal discussão deverá ser abordada no MMA na próxima gestão do governo Lula, mas o que é primordial no momento é a definição da equipe da ministra Marina Silva sobre o controle de índices de preservação; cada investidor estrangeiro que colocar dinheiro para a preservação da floresta com certeza irá requisitar garantias de que as áreas cobertas com seus recursos para o não desmatamento, de fato estarão sendo de boa valia e que não caiam em mãos de latifundiários e ou fazendeiros que só fazem a expandir seus negócios de soja, gado e outros afins, em plena área de preservação.. assim que o ministério consiga mostrar como cresce um país sem agressão a suas resservas ambientais, tais ONG´s não terão mais argumentos contrários a este respeito! Assim se espera. Texto by Ton.

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