20081111

Mixidéias dá um passo à frente...

O Mixidéias sai na frente do governo brasileiro ao 'apostar' antecipadamente a reunião do G20 em São Paulo em uma nova ordem mundial para o setor financeiro, "(..) that it had courage to pronounce itself in favor of the change of the current financial system, that is, Obama effected the proposal for one "New Order the World"; for the economic scene"...(..), conforme texto publicado na home page: http://my.barackobama.com/page/community/blog/ton versão em inglês do Políticas Visuais e Verbais, postado ao então candidato Barack Obama (presidente eleito dos EUA) em Nov 4th, 2008 at 3:20 pm EST / By Ton007 sob o título The fact Obama!

São Paulo - Gurpo do G20 concluí que é preciso fortalecer o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Fórum de Estabilidade Financeira (FSF) e que não há necessidade de se criar uma nova instituição para estabelecer políticas a serem adotadas pelo sistema financeiro internacional.

Tais argumentos levantados pelo G20 serão expostos nos próximos dias em Washington DC. “A posição do G20 é de que a crise exige uma mudança de postura destes organismos, com a criação de novos mecanismos de regulação financeira e uma maior coordenação", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, após presidir, no último final de semana, a reunião plenária do G20, em São Paulo.

Para Mantega, o G20 é um forte candidato a coordenar ações contra a crise, devido a importância que os emergentes adquiriram nos últimos dez anos. O ministro relacionou outros pontos de consenso entre os integrantes do G20. Segundo ele, todos concordaram que, diferentemente da crise asiática ocorrida nos anos 90, a atual, iniciada nos países avançados, “colocou todas as nações no mesmo barco” e agora há necessidade de uma ação coordenada para enfrentar a turbulência financeira global. Ele reafirmou que o aumento do poder decisório dos emergentes está ancorado no fato de que estes países são responsáveis por 75% do crescimento da economia mundial. “Por isso, o G20 deve ter um papel mais destacado e ser transformado numa instituição mais relevante”.

Ajuda - Outros pontos de consenso foram de que os países devem adotar políticas anti-cíclicas fiscais e monetárias para combater a crise financeira e que os países avançados precisam ajudar os emergentes que perderam liquidez devido à saída de fluxo de capitais. No que se refere às políticas monetárias, os bancos centrais manifestaram preocupação com a inflação e defenderam que as medidas de combate à crise não devem ameaçar o equilíbrio monetário dos emergentes. Conforme o ministro Guido Mantega, de outro lado, o G20 discutiu os perigos da deflação provocada com as fugas de capitais. “Embora seja um movimento passageiro, houve desvalorização das moedas e a tendência e de deflação, acompanhada da diminuição dos níveis de atividade". Mantega não detalhou as propostas que serão levadas à cúpula do G20, com a presença de chefes de Estado, que ocorrerá no próximo dia 15 em Washington. Ele explicou que a reunião do final de semana foi de caráter político e ao longo da semana uma equipe técnica irá preparar uma agenda de ações. “As equipes vão trabalhar na elaboração de um cronograma de execução destes procedimentos.”

Reuniões regulares - O ministro informou ainda que os ministros de finanças e presidentes dos bancos centrais discutiram como fortalecer o G20 transformando-o numa instância de Chefes de Governos, liderados por presidentes. Os participantes defenderam ainda que o G20 deve fazer reuniões regulares e não mais se limitar a encontros antes das reuniões de abril e outubro do FMI e do Banco Mundial, além de promover mais reuniões extraordinárias. Os emergentes decidiram também criar uma sala de situação virtual para acompanhar os acontecimentos econômicos e influir nas decisões. A sala será coordenada por um grupo especial do G20 a ser formando para esta finalidade. No âmbito da regulação financeira, os emergentes vão sugerir na cúpula de Washington o aumento da fiscalização das ações das instituições de hedge funds (fundos de proteção contra riscos de variações nas taxas de juros e de câmbio).

Abertura – Ao abrir a reunião plenária dos ministros da Fazenda do G-20, o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, reiterou a proposta de fortalecimento dos países emergentes: “Precisamos aumentar a participação dos países em desenvolvimento nos mecanismos decisórios da economia mundial”. O presidente também falou sobre a necessidade de medidas mais efetivas para diminuir os impactos da crise financeira internacional. “Os países desenvolvidos e instituições como o Fundo Monetário Internacional devem adotar medidas para restaurar a liquidez nos mercados internacionais”. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República do Brasil. By Ton.

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