20100211

Brasil, um país que detêm tecnologias nucleares

A sociedade mundial de olho bem aberto em relação ao programa nuclear do Irã, ainda mais quando os descendentes do então Império Pérsia, do mundo antigo, diz em pleno século XXI que está apto para enriquecer o Urânio em 80%, ou seja, o país dos Aiatolás teem hoje a capacidade para gerar um artefato nuclear bélico.
Atenção à Paz!
O diretor do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, embaixador José Botafogo, lembra que o tema deve estar continuamente nas pautas internacionais, já que as armas nucleares representam um perigo à paz. "A difusão de armas nucleares é uma ameaça a todos os países civilizados e também a todos aqueles países que estão no centro dos conflitos internacionais. O Brasil tem o privilégio de estar em uma zona desnuclearizada. Todo o hemisfério sul, aliás, está desnuclearizado. Isso é um patromônio que deve ser preservado", diz o embaixador.
Enriquecimento de Urânio no Brasil
Segundo o Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Odair Gonçalves, o Brasil está entre os três países com maior potencial de urânio do mundo. "Somos um dos três únicos países que tem urânio em quantidade e que detém a tecnologia de enriquecimento, junto com Rússia e Estados Unidos.
O Brasil detem a sexta reserva mundial, com apenas 30% do território prospectado até uma profundidade de 100 metros. Isso significa que o Brasil é a segunda ou a terceira reserva mundial de urânio. Portanto, o seu papel é muito importante, porque por um lado, o país detém a tecnologia e por outro, detêm os meios para desenvolvê-la", completa.
Especialistas brasileiros defendem que o potencial nuclear brasileiro deve ser aproveitado apenas para fins pacíficos, como por exemplo, para a produção de energia. No entanto, a Marinha de Guerra do Brasil já disponibiliza de tecnologia para o enriquecimento do urânio para uso de combústivel em submarinos. O projeto denominado Centro Experimental da Marinha ARAMAR, criado pelo Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, o mesmo que atualmente preside a Eletronuclear e responde pela atual implantação das novas plantas de geração de Angra 3, além dos demais projetos de geração de energia nuclear previstos para o parque de geração do Brasil até 2020. Só falta a produção da Ogiva, pois tecnologia o país detém! Desde meados dos anos 1980. Fonte: CEBRI, Mix Ideias. By. Ton.

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